Falange de Férias | Melhores Décima Arte ’16

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A primeira coluna que estreou na Falange, a Décima Arte foi criada pela Mãe Serpente para discutir a indústria de videogames. Cada edição da coluna, então, trata de uma novidade importante da indústria, uma análise de como determinada característica se repete ao longo dos jogos, ou uma reflexão sobre o impacto dos videogames na vida humana. Nossa retrospectiva de 2016, então, não poderia deixar de prestigiar as edições da Décima Arte mais acessadas na Falange.

Terceiro Lugar

É claro que não podia faltar Pokémon Go (Niantic, 2016) no pódio. Uma das maiores febres da Cultura Pop de 2016, Pokémon GO abriu espaços de discussão sobre a realidade virtual e a interação com a realidade por meio de dispositivos eletrônicos. Pouco tempo depois do lançamento do jogo, a Mãe discutiu o impacto inicial de Pokémon GO, e como relações sociais diferentes foram construídas pelo jogo. Já parou para pensar nisso também? Clique na imagem abaixo, leia o texto e entre na discussão!

A Décima Arte #8 | Real, virtual e Pokémon GO

Segundo Lugar

A maior feira de videogames do mundo também não poderia ficar de fora da retrospectiva. E se houve um dispositivo que dominou os anúncios, esse dispositivo foram os óculos de realidade virtual, e todos os jogos especiais produzidos pelos mais diversos estúdios. Nessa edição da Décima Arte, a Mãe Serpente discute um pouco da história de desenvolvimento da realidade virtual nos jogos, e os impactos que as novas ferramentas podem ter na indústria. E você, animado com os novos jogos em realidade virtual? Clique na imagem abaixo para ler o texto, e conte para gente quais são suas expectativas.

A Décima Arte #5 | Especial E3: VR

Primeiro Lugar

Surpreendentemente, o primeiro lugar da coluna, em 2016, não teve relação com um grande evento ou anúncio da indústria de videogames. O texto mais acessado da Décima Arte fala da presença de um narrador em um jogo, e como ele pode contribuir (ou não) para a construção de uma boa ambientação. Com exemplos positivos e negativos, a Mãe Serpente discute formas diferenciadas de construir uma narrativa, que é possível nos videogames, e se afasta do formato clássico do audiovisual (como filmes e séries). O texto é imperdível! Então, já sabe, é só clicar na imagem abaixo para ler e entrar na discussão.

A Décima Arte #4 | O narrador e a ambientação